quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Os Desafios do Relacionamento à Distância


A situação é mais comum do que você pensa: a empresa transfere o seu namorado ou o seu marido para outra cidade, você tem que permanecer por causa do trabalho, escola das crianças, casa ou por todas essas causas juntas. O que pode acontecer? É possível manter um relacionamento amoroso saudável, apesar da distância?
A experiência de muitos casais mostra que se cada um fizer a sua parte, é possível manter um noivado ou casamento feliz, apesar da distância, e conciliar o amor e a carreira. Claro, por um tempo determinado.
Quando envolve filhos pequenos é complicado que a família fique desfalcada por um dos pais por um tempo longo, afinal o cuidado da criança cabe a ambos. O casal deve entrar num consenso e rever juntos as prioridades. O trabalho é importante, porém a família é muito mais. Filhos precisam de cuidado todos os dias, precisam da presença dos pais para que possam crescer com uma mente saudável, precisam ter referência. Nossa sociedade está doente, pois a família está sendo deixada em segundo plano.
Mesmo quando não houver filhos no relacionamento, com o passar do tempo, vai acabando aquela intimidade, o prazer de estar junto o que acabará se tornando apenas um encontro de vez em quando.
Se for um namoro o relacionamento até pode durar um pouco, porém se estiverem casados a situação traz um enorme risco, não somente de traição.

Relacionamento à distância: é possível?

O fantasma do ciúme: a parte mais difícil de um relacionamento à distância é pensar o que outro estará fazendo em seu tempo livre. Para sobreviver a este tipo de sentimento, o casal deve conversar muito e cultivar a confiança. Se qualquer um dos dois passar a maior parte do tempo preocupado com o que o outro está fazendo, nenhum dos dois será capaz de viver em paz.
Manter contato é fundamental: no tempo em que vivemos existem ferramentas simples e baratas para diminuir o estresse da distância. As redes sociais estão se tornando cada vez mais populares e os meios de comunicação são amplos. É quase impossível encontrar alguém sem um computador com internet em casa. Para manter um relacionamento à distância por um certo período, utilizando ferramentas virtuais como o Skype ou Facebook, pode fazer toda a diferença.
É importante aproveitar os momentos em que estiverem juntos: o reencontro depois de uma semana inteira de separação deve ser um belo momento para ambos. O namorado ou marido deve ser esperado com alegria e satisfação, então você deve ignorar por algum tempo o cansaço e dar-lhe um enorme sorriso e um monte de beijos. Aproveite o tempo para contar as novidades por menores que elas sejam e aproveite cada momento.
Fonte: Mulheres Dicas

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O que seu cabelo diz sobre a sua saúde?

Quem busca cabelos saudáveis costuma ficar sempre atento ao lançamento de novos produtos e tratamentos para cabelos e, em geral, culpa a mercadoria quando não testemunha grandes mudanças. Mas aquela caspa que não vai embora ou a persistente oleosidade podem ser, na verdade, sintomas de diversos problemas relacionados à saúde e à dieta. "Pequenas deficiências nutricionais, hormonais ou imunológicas podem afetar a qualidade dos fios", alerta a dermatologista Cristiane Dal Magro, da Clinica Renova, em Brasília. Por isso, o Minha Vida conversou com especialistas para desvendar o que o seu cabelo pode estar querendo dizer quando apresenta alguns problemas:

Caspa seca
"Uma das manifestações da dermatite seborreica, a caspa é uma doença inflamatória associada ao excesso de produção de oleosidade e à descamação das células do couro cabeludo", explica a dermatologista Cristiane Dal Magro. Segundo a profissional, algumas pessoas já nascem com predisposição genética a ter caspa, mas dietas ricas em carboidratos, alimentos condimentados e álcool podem agravar o problema.

Além disso, distúrbios hormonais e problemas emocionais também podem desencadear crises desse tipo de descamação. Por isso, é comum sua ocorrência durante a gestação e depois dela - devido a mudanças hormonais que geram alterações no pH do couro cabeludo - e em períodos de muito estresse e ansiedade.

Como tratar: em graus mais leves, xampus anticaspa podem ser efetivos, mas para casos mais avançados, recomenda-se fazer uma consulta com um dermatologista que poderá receitar medicamentos de uso oral e local.
Caspa oleosa - Foto Getty Images
Caspa oleosaCaracterizada por escamas amareladas aderentes ao couro cabeludo e espessas, difíceis de ser destacada, a caspa oleosa é mais comum em crianças e adolescentes. Assim como a caspa seca, ela também tem fundo genético e é agravada pela produção exagerada de seborreia. "Mal de Parkinson, síndrome de Down e o vírus HIV são alguns exemplos de agravantes da caspa", aponta a dermatologista Jackeline Mota, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Se for um quadro persistente e de difícil tratamento, é preciso que um médico investigue problemas de imunidade na pessoa. Essa dermatite seborreica também pode se manifestar fora do couro cabeludo em áreas de grande produção de oleosidade como a face, as orelhas e a parte superior das costas. Elas aparecem como manchas avermelhadas e descamativas e são comumente confundidas com o ressecamento da pele.

Como tratar: o ideal é buscar auxílio profissional para realização de tratamento que estimule a queda das crostas e para prescrição de medicamentos antiinflamatórios.
Calvície - Foto Getty Images
Calvície
"Perdemos de 50 a 100 fios de cabelo diariamente e todos eles são repostos gradualmente de acordo com o ciclo de crescimento capilar de cada indivíduo", afirma Cristiane Dal Magro. Algumas pessoas, entretanto, começam a apresentar um aumento dessa queda ou um rareamento dos fios, evidenciado por falhas no couro cabeludo ou diminuição do volume. Se o problema for genético, então você está diante de um quadro de calvície. Mesmo assim, há alguns fatores agravantes do problema.

Pessoas com anemia, por exemplo, podem apresentar queda de cabelo devido à deficiência de ferro no organismo, uma vez que há diminuição de glóbulos vermelhos, responsáveis por levar oxigênio e nutrientes aos bulbos capilares. Além disso, uma dieta pobre em proteínas e distúrbios na tireoide podem agravar a queda.

Como tratar: o tratamento deve ser feito com um especialista para estimular o folículo capilar, prevenir a queda e identificar possíveis agravantes.
Queda de cabelo - Foto Getty Images
Queda de cabelo
"Diferente da calvície, a queda de cabelo pode ter como principais causas o estresse, a má alimentação, o hipotireoidismo e até o uso de determinados medicamentos", explica a dermatologista Jackeline Mota. Ela pode ainda ser uma etapa do processo de calvície. O problema também é comum entre o quarto e quinto mês após o parto, pois o organismo interpreta a queda brusca de níveis hormonais como estresse metabólico, alterando o ciclo capilar. O fenômeno também pode acontecer após a suspensão do uso de anticoncepcionais.

Como tratar: o tratamento varia em função do problema, portanto, é fundamental consultar um especialista logo que a queda excessiva for percebida.
Cabelo seco - Foto Getty Images
Cabelo seco e quebradiço
Embora ignorado por muitas pessoas, o cabelo seco e quebradiço não tratado pode evoluir, causando a perda gradual do volume de cabelos. O problema pode ser causado por doenças da tireóide,  pelo uso de alguns medicamentos e por dietas pouco saudáveis e com baixo teor de proteínas. "Entretanto, as causas mais comuns são tratamentos químicos, como alisamentos e tingimentos", aponta a dermatologista Cristiane.

Algumas pessoas apresentam predisposição genética para ter o problema e, assim, já nascem com os cabelos secos e quebradiços. Além disso, com o envelhecimento, a tendência é de que os fios percam um pouco da qualidade.

Como tratar: realizar tratamentos de hidratação, como à base de queratina, ajuda a amenizar o problema.
Cabelos brancos - Foto Getty Images
Cabelos brancos
"Denominado canície, o fenômeno da perda de cor dos cabelos é um processo fisiológico natural relacionado à evolução da idade", explica Cristiane Dal Magro. Não há uma data certa para que o processo ocorra, mas, em geral, cada família costuma apresentar um padrão. Em alguns indivíduos, ele aparece de maneira precoce, o que é determinado por sua constituição genética.

Já o aparecimento de mechas brancas em crianças ou jovens pode indicar problemas mais sérios, como vitiligo que atinge o couro cabeludo, doenças genéticas ou deficiência de vitamina B12, evidenciada logo na infância.

Como tratar: a melhor solução é tingir os cabelos. Já aqueles que costumam arrancar fios de cabelo, lembre-se de que, dependendo de como eles são arrancados, é possível machucar o couro cabeludo.
Cabelos oleosos - Foto Getty Images
Oleosidade
A oleosidade do cabelo depende da herança genética de cada indivíduo, de sua dieta e dos seus hábitos diários. "Quem costuma usar secador de cabelo todos os dias ou ainda tomar banho com a água muito quente, por exemplo, agrava o problema", explica Jackeline Mota.

Outros problemas que podem estimular a oleosidade são distúrbios hormonais, ovário micropolicístico e até tumor na hipófise, que pode estar aumentando a ação do hormônio masculino no corpo. O hiper ou o hipotireoidismo também influenciam a produção de sebo.

Como tratar: escolha um xampu apropriado para o seu cabelo com o auxílio de um profissional, evite banhos quentes e deixe seus cabelos longe do secador por alguns dias.
Fonte: Minha Vida

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Vantagens de se relacionar com homens mais velhos





Homens mais velhos exercem um certo encanto no imaginário feminino, pois normalmente espera-se que, por terem mais experiência, estes homens já saibam o que querem, inclusive na vida amorosa.
Este tipo de comportamento encanta muitas mulheres que buscam relações mais estáveis e que estão cansadas de homens com comportamentos infantis.

Segurança e maturidade

Apesar de não ser um padrão, homens mais velhos são normalmente mais seguros de si. A psicóloga clínica Pamela Magalhães ressalta que homens com mais idade podem trazer uma relação mais tranquila e estável. “Não existe regra, mas há chances maiores de encontrarmos mais maturidade emocional em homens mais velhos, o que facilita em muito a relação afetiva”, pondera.
Para a administradora Rebeca Novelleto, que começou a namorar o executivo Ricardo Novelleto (atualmente seu marido) aos 23 anos, a diferença de 28 anos nunca foi um empecilho. A administradora confessa que o relacionamento só lhe trouxe coisas boas: “Não vejo desvantagens. Não há nada que atrapalhe nossa relação”, conta.

Sexo melhor

Dada à uma experiência maior, hormônios e ansiedade mais controlados, homens de uma maior faixa etária tendem a ser melhores em um campo bastante importante: o sexo.
A psicóloga e sexóloga, Carla Cecarello, revela as razões pelos quais estes homens podem ter um desempenho sexual bem melhor: “(Homens mais velhos) não tem pressa de chegar a lugar nenhum, ou sejam, respeitam mais o tempo sexual da mulher”, conta.

A relação é mesmo melhor?

Rebeca relata sua experiência: “Se a garota gosta de música eletrônica, baladinhas e pool party toda semana, será mais difícil encontrar as mesmas coisas que ela curte em uma pessoa bem mais velha. Eu buscava uma pessoa mais tranquila, já tinha cansado de badalação”, lembra. “Eu nunca tive paciência para meninos da minha idade. Sempre os achava tolos. No fundo, mesmo sem saber, eu buscava uma pessoa centrada, romântica, experiente e quando conheci meu marido vi tudo isso e muito mais nele”, conta.
A afinidade entre o casal é essencial para que a relação dê certo: “Ricardo sempre foi muito jovem de cabeça, corpo e alma, gosta de se divertir mas sem exageros. Sempre fizemos tudo juntos, gostamos das mesmas coisas. Ele é super parceiro.”, revela Rebeca.
Outra grande vantagem que Rebeca vê em sua relação com um homem 28 anos mais velho foi a maior preocupação com a saúde: “Hoje sou mais tranquila, ele me ensinou muito, principalmente em relação a saúde. Ele se cuida muito e eu já o conheci assim”. E completa: “Foram muitas mudanças, desde a alimentação, atividades físicas, praticar a paciência, a tolerância e outras coisas mais que só me acrescentaram com ser humano. Hoje sou um milhão de vezes melhor aos 35 anos que aos 23.”
Para dar certo um conjunto de fatores devem estar em harmonia, como planos, objetivos e desejos. De acordo com Carla “Tudo vai depender do que se vai buscar na relação com o outro”. Pamela partilha da mesma ideia: “A idade é o que menos importa quando falamos de coração”, aconselha a psicóloga.
Relacionamentos precisam de esforço e cooperação mútuos para darem certo, além de compatibilidade entre os parceiros: “Qualquer relacionamento precisa de flexibilidade, diálogo, generosidade, compatibilidade de planos e o fundamental: muita vontade de fazer dar certo”, alerta Pamela. Carla partilha da mesma opinião e complementa: “A felicidade está relacionada à forma como levamos a vida, de acordo com a visão que temos do mundo, ou seja, maturidade emocional.”

Cuidados

Apesar de também ocorrerem em relações com homens da mesma idade, é bom tomar alguns cuidados para não se machucar nesse tipo de relação.
Em certos casos, os homens mais maduros sustentam traumas ou vícios de relações anteriores, que podem comprometer o relacionamento atual.
Outra questão se refere à maternidade. Em alguns casos, os homens já tem filhos de relacionamentos anteriores e não querem mais ser pais. Nestes casos, a decisão é muito delicada, conforme orienta Pamela: “Se ser mãe é algo imprescindível para você, converse muito com seu parceiro e acorde com ele a melhor alternativa. E caso venha abdicar desse sonho em função das limitações da relação, não vale mais tarde culpá-lo por isso.”
Parceiros de qualquer idade podem ter ciúmes mas homens mais velhos tendem a apresentar este sentimento com maior frequência. A energia e vitalidade da parceira não devem ameaça-lo e uma boa conversa sobre este assunto é fundamental.
Outra questão muito importante: o homem mais velho não é seu pai e é muito importante ter esta diferença muito bem delimitada. Carla alerta para este tipo de situação: “Muitas mulheres se deixam levar por atitudes de superproteção e segurança que um homem nesta idade pode proporcionar e acabam transferindo a ele um amor fraterno, de pai, e aí as coisas se confundem completamente”.

Preconceito

O preconceito da sociedade é outro empecilho que pode surgir e é muito importante não deixar isto interferir na sua relação: “Infelizmente aprender a lidar com o preconceito e driblá-lo será um desafio. Mas o mais importante é acreditar que o caminho escolhido é o que lhe faz feliz e pronto!”, observa Pamela.
Rebeca conta que, no início, algumas pessoas não viam o relacionamento com bons olhos: “Meu pai dificultou um pouco, mas foi logo resolvido. Algumas pessoas queriam me dar conselhos mas não ouvi ninguém.” Sua determinação em manter a relação rendeu bons frutos: um casamento sólido que já dura 12 anos.
Toda relação, para dar certo, precisa que ambos os parceiros exerçam a compreensão, o entendimento e a vontade de estarem juntos, independentemente da idade. “Um pouco de paciência, ponderação e interesse de compartilhar uma vida junto fará toda a diferença”, observa Pamela.
Fonte: Dica de Mulher

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Como colocar umas ligas (cinto de ligas)




As mulheres querem estar sempre bem apresentadas e ainda mais quando estão perante o seu companheiro, desta forma é possível conquistar o homem todos os dias por mais anos que uma relação tenha. A lingerie é uma das chaves para seduzir o companheiro e também uma forma de a mulher se sentir mais sexy e segura de si mesma. Uma das peças mais sensuais na lingerie é são as ligas, também conhecido como cinto de ligas. Embora na atualidade já não se utilizem diariamente, são ideias para usar de vez em quando e desse modo seduzir o companheiro.
  • O que é um cinto de ligas e para que serve


    Esta peça de roupa era antigamente era utilizada para prender as meias de modo a que estas não caíssem, o cinto de ligas ou as ligas eram utilizados com vestidos e saias até ao meio da coxa. As ligas são uma peça muito sexy e elegante que têm várias tiras com ganchos nas suas pontas com os quais é possível prender as meias. Os homens adoram a forma como as ligas assentam nas mulheres, por isso esta peça é uma das recomendadas para utilizar numa noite de paixão. Existem de muitas cores e diferentes texturas e detalhes, por isso escolha as ligas que mais gostar e as que lhe pareçam mais sexys.
  • Como colocar umas ligas


    Coloque as ligas no quadril e aperte-as com os botões ou os colchetes que possuem em ambos os lados. O cinto de ligas é colocado por cima da roupa interior, que deve combinar com o mesmo.                
  • quinta-feira, 9 de outubro de 2014

    Os 12 maiores mitos sobre sexo


    Antes tabu absoluto, hoje já se transformando em assunto rotineiro e mais livre, o sexo é carregado de mistérios, dúvidas e, consequentemente, mitos. Para as mulheres então, a situação piora e muito.
    Se falar sobre sexo já é coisa complicada, para o público feminino até pouco tempo atrás, esse era um assunto praticamente vetado e que podia trazer muitos problemas sociais para quem que se interessasse ou conversasse sobre isso.
    E como tudo o que é pouco explicitado e debatido, o sexo acabou por receber grandes cargas de mitos, criados seja por religiões, pais, pessoas assustadas, enfim. A informação pouco estudada acaba se espalhando, e com o peso histórico da repetição, às vezes se torna tarefa difícil, desmitificá-la.
    Alguns mitos sobre o sexo podem parecer óbvios, e outros podem realmente te impressionar. Confira alguns dos maiores mitos referentes ao sexo e porque você não deve acreditar neles:
    1. Engolir esperma faz mal
    A composição do esperma é basicamente de proteína, espermatozoides e açúcares. Portanto engolir o sêmen não vai necessariamente te fazer mal, dar dor de barriga ou qualquer outro problema. É importante é considerar que o sexo oral, mesmo quando não se engole o esperma, pode transmitir doenças. Por isso ele é recomendado com camisinha, ou sem, se for com seu parceiro fixo e quando se há a certeza de nenhuma doença.
    2. Masturbação pode causar males
    Ocorrência de mais pêlos no corpo, aumento dos seios, esquizofrenia e loucura são só alguns dos mitos associados erroneamente ao ato da masturbação. Muito pelo contrário, a masturbação é uma atividade benéfica, desde que realizada de maneira saudável, e tem um importante papel na descoberta da sexualidade em homens e mulheres.
    3. Masturbação pode tirar a virgindade
    O conceito de virgindade pode ser interpretado de duas formas: a da relação sexual com outra pessoa ou a do rompimento do hímen. Portanto, a única maneira de uma mulher perder a virgindade com a masturbação seria no caso da ocorrência de uma penetração capaz de romper a película. Mesmo assim, o hímen varia de tamanho, de resistência e em alguns casos pouco comuns, a mulher pode até nascer sem ele. A masturbação com carícias externas e pequenas penetrações não vai tirar a sua virgindade.
    4. Mulheres não podem ejacular
    Não que seja a coisa mais comum no mundo, mas é absolutamente possível que a mulher ejacule. Pesquisas mostram que o corpo feminino é dotado de glândulas próximas à uretra que podem se contrair e ejacular um fluido parecido com o sêmen, no momento do orgasmo ou de grande excitação. É até possível que você já tenha passado por essa experiência e não saiba, já que, quando ocorre, a ejaculação feminina não é tão visível quanto a masculina.
    5. Sexo durante a gravidez machuca o bebê
    Se for uma gestação saudável, sem riscos, o sexo pode ser feito sem problemas durante toda a gestação. Ele é até mesmo recomendado para que a mulher continue se sentindo interessante e para que ninguém tenha que fazer uma greve de sexo por nove meses. A psicóloga especialista em sexualidade humana, Sônia Eustáquia Fonseca, explica que o bebê fica dentro da bolsa amniótica que o protege, além do colo do útero:
    “Não há como machucar a criança durante o sexo a não ser com um trauma abdominal. O ideal é tentar uma posição que não se apoie no abdômen da mulher, pesando-se sobre ele. Porém, no final da gravidez, é normal a mulher sentir um desconforto e é preciso tomar cuidado com os movimentos do intercurso (movimentos na penetração) para não precipitar o trabalho de parto. Em gravidez de risco, é preciso consultar o médico”, completou.
    6. Não é possível engravidar durante a menstruação
    Não é comum, mas nada pode garantir que você esteja cem por cento livre do risco da gravidez se fizer sexo desprotegida durante a menstruação. Qualquer disfunção hormonal ou uma possível ovulação fora de época pode te surpreender, se você confiar nessa tática. Além disso, o risco de contrair doenças também continua o mesmo.
    7. Tamanho do pé ou da mão tem ligação com o tamanho do pênis
    Alguns estudos científicos já comprovaram que o tamanho dos pés, das mãos ou do nariz não tem nada a ver com o tamanho do pênis. Há a ocorrência de pênis maiores em homens com mãos pequenas e vice e versa. Também já foi desmitificada a lenda que atribui tamanho de pênis dependendo da etnia, como que orientais teriam membros pequenos e africanos, grandes.
    8. Coito interrompido é seguro
    Uma das mentiras mais famosas relacionadas ao sexo é a frase “Eu tiro antes”. Não que você não deve acreditar nas boas intenções do seu parceiro. O problema é que a eficácia do coito interrompido não depende unicamente das intenções do homem, além de não te proteger de nenhuma doença sexualmente transmissível. Convenhamos que o momento do gozo não é muito racional e além disso, o próprio fluido que o pênis expele antes do orgasmo já pode conter espermatozoides.
    9. Não é possível quebrar o pênis
    Apesar de não conter ossos, o pênis pode sofrer o que se chama de “fratura do pênis”. É que os corpos cavernosos, que são estruturas que endurecem durante a ereção, podem romper se sofrerem algum trauma. Quando flácido, o pênis pode ser dobrado facilmente, mas quando ereto, essas cavidades se enchem de sangue e perdem a elasticidade.
    10. Sem penetração não há risco de gravidez
    “Ao ejacular entre as coxas, em um momento de fertilidade da mulher, o muco cervical pode facilitar a entrada dos espermatozoides. Muitas vezes, quando o esperma está na borda da vagina, pode ser absorvido pelo tecido vaginal e subir o canal. É raro, mas a chance não é nula. Geralmente as mulheres muito jovens e virgens têm essa preocupação”, explica Sônia Eustáquia.
    11. O homem sempre deve estar pronto para o sexo
    Há uma expectativa social que muitas vezes impõe ao homem uma postura de prontidão total para o sexo. No imaginário geral, os homens pensam e estão dispostos ao sexo a todo o momento. Essa informação é um mito. “O homem nem sempre está disponível para o sexo por vários motivos e isso também varia muito de homem para homem. Os motivos ou variáveis podem influenciar nesse apetite sexual como, por exemplo, ansiedade, preocupações e depressão. A idade também pode influenciar nessa prontidão e normalmente o jovem tem maior disposição ao sexo”, explica Sônia.
    12. Sexo anal é ruim
    sexo anal é carregado por diversos tabus. Entre eles estão o aparecimento de hemorroidas, que é sujo, antinatural, que só é feito por mulheres obscenas e que não dá prazer à mulher. Todas essas afirmações são falsas. A região anal é cheia de terminações nervosas e é um ponto erógeno tanto para mulheres quanto para homens. Havendo um mínimo de higiene, o consentimento e o interesse do casal, o sexo anal pode ser muito prazeroso para os dois sem te causar mal nenhum.
    Fonte: Dica da mulher

    sexta-feira, 3 de outubro de 2014

    História Outubro Rosa



    Como surgiu:

       O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

     A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

       Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).
       A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.
       A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.
    A primeira iniciativa vista no Brasil em relação ao Outubro Rosa, foi a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo-SP. No dia 02 de outubro de 2002 quando foi comemorado os 70 Anos do Encerramento da Revolução, o monumento ficou iluminado de rosa "num período efêmero" como relembra o secretário da Sociedade Veteranos de 32 - MMDC, o Coronel PM (reformado) Mário Fonseca Ventura.
       Essa iniciativa foi de um grupo de mulheres simpatizantes com a causa do câncer de mama, que com o apoio de uma conceituada empresa européia de cosméticos iluminaram de rosa o Obelisco do Ibirapuera em alusão ao Outubro Rosa.
      Em maio de 2008, o Instituto Neo Mama de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama sediado em Santos-SP, em preparação para o Outubro Rosa, iluminou de rosa a Fortaleza da Barra em homenagem ao Dia das Mães e pelo Dia Estadual (São Paulo) de Prevenção ao Câncer de Mama comemorado todo terceiro domingo do mês de maio. Mas o principal objetivo era alertar para a causa do câncer de mama e incentivar as mulheres da região da Baixada Santista a participarem do mutirão de mamografias realizado pelo Governo do Estado de São Paulo. No estado de São Paulo todo ano são realizados 2(dois) mutirões de mamografia sendo, um em maio e o outro em novembro.
       As várias reportagens de tv e jornal, com a repercussão da Fortaleza da Barra iluminada de rosa em maio de 2008, foram apresentadas no mesmo mês no "Course for the Cure" realizado pela ong americana Susan G. Komen, no Hospital Israelita Albert Einstein em São Paulo-SP.
      Nota na primeira página do jornal A TRIBUNA - 12/maio/2008.
      LUZ DE ALERTA - A Fortaleza da Barra ganhou ontem uma iluminação de cor rosa, colocada pelo Instituto Neo Mama. O objetivo foi chamar a atenção da sociedade para o Dia Estadual de Prevenção ao Câncer de Mama (no próximo domingo) e homenagear as mães.
     

    Em outubro de 2008, diversas entidades relacionadas ao câncer de mama iluminaram de rosa monumentos e prédios em suas respectivas cidades. Aos poucos o Brasil foi ficando iluminado em rosa em São Paulo-SP, Santos-SP, Rio de Janeiro-RJ, Porto Alegre-RS, Brasília-DF, Salvador-BA, Teresina-PI, Poços de Caldas-MG e outras cidades.
       O Brasil é mundialmente conhecido pelo seu maior símbolo, a estatua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro-RJ. E pela primeira vez, o Cristo Redentor ficou iluminado de rosa no Outubro Rosa.

      Em maio de 2009, o Instituto Neo Mama de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama, novamente iluminou de rosa a Fortaleza da Barra em homenagem ao Dia das Mães e pelo Dia Estadual (São Paulo) de Prevenção ao Câncer de Mama comemorado todo terceiro domingo do mês de maio. Mas o principal objetivo era alertar para a causa do câncer de mama e incentivar as mulheres da região da Baixada Santista a participarem do mutirão de mamografias realizado pelo Governo do Estado de São Paulo. 

    Em outubro de 2009, se multiplicam as ações relativas ao Outubro Rosa em todas as partes do Brasil. Novamente as entidades relacionadas ao câncer de mama e empresas se unem para expandir a campanha.   Com uma visão estratégica o Instituto Neo Mama vai iluminar 2 (dois) locais em Santos-SP, a Fortaleza da Barra e Pinacoteca Benedicto Calixto do dia 23/10/2009 até o dia 02/11/2009. Esse período é em função de ficar próximo do Mutirão de Mamografias que será realizado pelo Governo do Estado de São Paulo no dia 14/11/2009. Como os locais iluminados ficam em frente à praia, os mesmos poderão ser vistos pelos turistas dos navios de cruzeiros e os do feriado prolongado de Finados onde aumenta o número de turistas




    Como escolher lubrificante íntimo para ter momentos a dois mais confortáveis


    Não é segredo para ninguém: o sexo oferece inúmeros benefícios à saúde do homem e da mulher, além de ser fator importante para fortalecer a união entre o casal.
    “O sexo melhora a autoestima; reduz a tensão; alivia o estresse; melhora a circulação sanguínea; faz bem para o coração; ajuda a melhorar o relacionamento a dois; fortalece os músculos da região pélvica; ajuda a fortalecer o sistema imunológico contra gripes e resfriados; ajuda a queimar calorias; faz bem para a pele; melhora a circulação sanguínea; libera sensações prazerosas e relaxantes e é um analgésico natural no alívio da dor de cabeça”, destaca Keila Oliveira, psicóloga, sexóloga e terapeuta sexual.
    E é exatamente pensando em usufruir de todos esses benefícios e maximizar o prazer que muita gente conta com a ajuda de lubrificantes íntimos.
    Um estudo da Universidade Indiana, realizado em 2009, por exemplo, apontou que as mulheres que usaram lubrificantes durante a atividade sexual tiveram um sexo mais prazeroso e satisfatório.
    Keila Oliveira explica que o lubrificante íntimo é utilizado para fins sexuais normalmente quando a lubrificação natural é deficiente ou inexistente. Seu uso diminui o atrito e evita lesões ou ardências durante a fricção do ato sexual. Com isso, naturalmente, o sexo torna-se mais agradável para o casal.
    Porém, é verdade que o uso de lubrificantes íntimos ainda gera muitas dúvidas entre homens e mulheres. Quais são os diferentes tipos de produtos existentes? Como escolher um bom lubrificante íntimo? Essas são apenas algumas das dúvidas. Mas abaixo você confere as respostas para essas e outras questões sobre o assunto.

    Diferentes tipos de lubrificantes íntimos

    Atualmente, existem diversos tipos de lubrificantes, de acordo com a substância principal usada em sua formulação. Os principais são:
    • Lubrificantes à base de água: são hipoalergênicos (não causam alergias), não reagem com o látex da camisinha, não mancham tecidos e são fáceis de ser encontrados à venda. Porém, são menos espessos do que os outros lubrificantes íntimos.
    • Lubrificantes à base de silicone: não reagem com o látex. Entretanto, limpá-lo da pele é mais difícil (se comparado à limpeza dos lubrificantes à base de água) e, em algumas pessoas, a composição pode causar alergias.
    • Lubrificantes à base de óleo ou petróleo: são mais espessos que os lubrificantes à base de água e silicone. Por outro lado, são contraindicados, pois podem reagir com o material da camisinha e causar seu rompimento. Atualmente, estão praticamente extintos do mercado.
    “Os fabricantes de lubrificantes íntimos oferecem hoje uma gama de produtos diversificados com fins um pouco específicos. Tem gel que esquenta, que esfria, lubrificantes com analgésicos, com cheiros e gostos diferentes etc.”, acrescenta a sexóloga Keila.

    Quando usar lubrificante íntimo?

    O uso de lubrificante íntimo é mais indicado quando a lubrificação natural é inexistente ou ineficiente. E vários são os motivos para essa ausência ou deficiência, conforme explica a terapeuta sexual Keila. “Na mulher, a lubrificação vaginal equivale à ereção no homem, significa que ela está excitada o suficiente e pronta para o ato sexual. No entanto, há alguns motivos para que essa lubrificação falte ou se torne insuficiente. Via de regra não significa que ela não esteja com vontade de fazer sexo”, diz.
    Ainda de acordo com Keila Oliveira, as mulheres demoram um pouco mais para se excitar do que os homens. “Estima-se que eles demorem 2 ou 3 minutos para ficarem com o pênis ereto, enquanto as mulheres podem demorar cerca de 15 a 20 minutos para atingir a excitação. Por isso é superimportante investir bastante nas preliminares para que esse momento chegue espontaneamente”, explica.
    “O grande problema é que muitos homens sentem-se muito angustiados e fazem uma relação direta entre a lubrificação vaginal e o desejo sexual das mulheres, que via de regra podem não ser condizentes com o real desejo feminino”, comenta a terapeuta sexual Keila.
    Ou seja, muitas vezes, o parceiro acaba achando que a mulher precisa usar o lubrificante pois não está excitada o suficiente, não está com vontade de fazer sexo com ele.
    Conforme destaca Keila Oliveira, ao longo do tempo, as mulheres vão perdendo sua capacidade de lubrificar naturalmente, podendo chegar ao ápice na menopausa. “O uso de anticoncepcionais também pode afetar a lubrificação vaginal, bem como outras alterações hormonais. Estresse e ausência de preliminares podem ser outros motivos para o problema”, comenta.
    Então, quando essa lubrificação não está adequada, é o momento de lançar mão com o uso dos lubrificantes íntimos. “Seu uso é muito importante nesses casos para evitar que as mulheres sintam dores, ardências ou possam inflamar o canal da vagina”, destaca a sexóloga.
    Existe, inclusive, um programa no SUS (Sistema Único de Saúde) que oferece a distribuição gratuita de lubrificantes íntimos à base de água para as mulheres na menopausa. “Isso é ótimo, pois educa e estimula as mulheres e até os homens nesta fase da vida a terem uma vida sexual saudável e sem desconfortos. Proporciona o pensamento coletivo de que sexo é saudável, de que é importante e de que não é na entrada da maturidade que ele deve ser deixado de lado”, acrescenta a terapeuta sexual Keila.

    Benefícios do lubrificante íntimo

    Como o uso de lubrificantes diminui o atrito e, consequentemente a dor e a ardência, seu uso proporciona que o sexo seja feito de forma mais prazerosa, com mais relaxamento e sem dificuldades.
    Keila Oliveira destaca ainda que, atualmente, são produzidos alguns lubrificantes íntimos comestíveis, com sabores e essências aromáticas, que podem favorecer o sexo oral para aquelas pessoas que têm problemas com o cheiro e o gosto peculiar dos órgãos genitais.” É uma boa dica para aquelas pessoas que gostariam de investir mais nessa prática, mas que veem os genitais como mal cheirosos. Independente do objetivo, esse tipo de lubrificante estimula a criatividade e pode incentivar o casal a sair da rotina, experimentando gostos diversos”, acrescenta.

    Pode ser perigoso usar lubrificante íntimo?

    Keila Oliveira explica que algumas pessoas podem sentir maior sensibilidade, terem propensão a desenvolver alergias ou outros problemas dermatológicos, por isso o uso de lubrificante íntimo deve ser criterioso e levar em conta os diversos tipos de pele.
    “O perigo maior é que, dependendo da composição do lubrificante, há riscos de reagir com o látex – que é o material utilizado na fabricação da camisinha – e, desta forma, acabar rompendo o preservativo. Uma vez que a camisinha se rompe ou estoura, ela deixa de prevenir contra DST e Aids e contra uma gravidez não planejada”, destaca a terapeuta sexual Keila.

    Como escolher o lubrificante íntimo ideal

    Abaixo você confere dicas que vão ajudá-la na hora da compra do lubrificante íntimo:
    • Prefira um lubrificante à base de água. De acordo com Keila Oliveira, esse tipo de produto é o mais indicado, pois sua composição é hipoalergênica (não causa alergias) e não reage com o látex da camisinha.
    • Lubrificantes à base de silicone também são uma boa opção. Segundo Keila Oliveira, os lubrificantes à base de silicone são os mais modernos e também são muito indicados, pois não reagem com o látex. Porém, se a pessoa tiver reação alérgica a ele, deve-se optar pelo produto à base de água.
    • Evite os lubrificantes à base de óleos minerais ou vegetais. De acordo com a sexóloga Keila, eles são contraindicados pois podem reagir com o material da camisinha e causar seu rompimento.
    • Fuja dos lubrificantes com anestésicos. A sexóloga Keila explica que o uso desse tipo de produto é altamente contraindicado, pois ele pode camuflar lesões que possam aparecer na hora do ato sexual e ser muito perigoso para a saúde dos genitais.
    • Experimente os lubrificantes íntimos comestíveis. Segundo Keila, esse tipo de lubrificante pode ser uma boa alternativa para casais que querem investir mais no sexo oral experimentando diferentes sabores e essências.
    • Nunca compre um produto que não seja específico para a região genital. Não utilize outras substâncias, como, por exemplo, creme, gel etc., que não sejam de uso específico para a região genital.
    • Converse com um especialista. Se está interessada em comprar um lubrificante íntimo, mas ainda se sente insegura em relação à escolha do produto, converse com seu ginecologista que pode ajudar dando boas orientações.

    Lubrificante caseiro: vale a pena usar?

    Será que uma mulher pode fazer seu próprio lubrificante caseiro, usando, por exemplo, óleo de coco, entre outros óleos caseiros?
    Na opinião da sexóloga Keila isso não é recomendável. “Os lubrificantes íntimos atualmente são tão fáceis de encontrar em farmácias e até em supermercados, pela internet, no delivery, e tão baratos, que nem vale a pena investir em produtos que possam ser inadequados, ou que possam causar alergias ou outros problemas dermatológicos”, destaca.
    “Até a própria saliva ou mesmo água podem ajudar e incentivar a mulher com a sua lubrificação natural”, acrescenta a profissional.

    Lubrificante íntimo x sexo anal

    Keila Oliveira destaca que o lubrificante íntimo não só pode como deve ser utilizado para o sexo anal.
    “O ânus é incapaz de produzir lubrificação natural adequada para o sexo. E por se tratar de uma região extremamente vascularizada, onde o risco de sangramento é alto e o atrito com o pênis pode ocasionar fissuras, o uso de lubrificantes é altamente indicado, para que não haja lesões nem sangramentos”, explica a sexóloga.
    Agora você já tem boas informações sobre os lubrificantes íntimos e orientações para escolher um bom produto. Prefira aqueles à base de água, evitando assim o risco de alergias e de romper o látex da camisinha.